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Interpretado por Kevin Costner, Jonathan Kent acaba sendo sacrificado de forma polêmica em O Homem de Aço, filme que deu início ao (já extinto) Universo Estendido da DC.

O pai adotivo de Clark pede, silenciosamente, para deixá-lo morrer no meio de um desastre com tornado, evitando que a verdadeira natureza do herói fosse revelada ao mundo. A cena, no entanto, acabou sendo ridicularizada por sua execução melodramática e falta de lógica.

Mas, parece que Zack Snyder não se arrepende da decisão. O cineasta trouxe sua visão da situação, sob a perspectiva do próprio Superman.

“O debate é exatamente aquilo que Clark diz para Lois… ‘Eu deixei meu pai morrer para defender a ideia que ele estava tentando proteger. A ideia de que não estava pronto para ser revelado ao mundo porque eu não era o Superman. Sou apenas um adolescente que poderia ter feito bobagem. Eu tenho o poder de fazer isso, mas já usei meus poderes dessa forma?’ “

Declarou ao site da GQ Magazine.

Por muito tempo, uma sequência foi discutida na Warner Bros. Pictures, e quase aconteceu antes da fundação do DC Studios, liderado por James Gunn e Peter Safran.

Na ocasião, Steven Knight (Peaky Blinders) escreveu a versão preliminar do roteiro, mas não seguiu adiante.

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Além de Henry Cavill no papel principal, O Homem de Aço também trouxe Amy Adams como Lois Lane, Russell Crowe como Jor-El, Michael Shannon como Zod, Diane Lane como Martha Kent, Kevin Costner como Jonathan Kent, e Antje Traue como Faora.

Fonte: GQ Magazine