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Mulher-Maravilha está sendo um enorme sucesso, e é o primeiro filme realmente aclamado do DCEU. A mudança de tom é algo notório, e muitos consideram uma mudança para melhor. Em uma entrevista para o livro Wonder Woman: The Art and Making of The Film, o diretor Zack Snyder discutiu como essa mudança era algo planejado desde o início, e não apenas um reflexo das críticas a Batman vs Superman.

Snyder explicou que as motivações da Mulher-Maravilha para ser uma heroína são baseadas em seus ideais, ao invés de tragédias pessoais.

“Ela oferece uma oportunidade única para falar sobre o que é ser uma mulher forte, poderosa e independente. É uma visão necessária no mundo, bem como a forma como representamos heróis na tela. Ter essa representação igualitária da energia masculina e feminina realmente importa para mim. Adoro que exista uma pureza na Mulher-Maravilha. Ela não tem um passado trágico, ela não está se vingando de pessoas que a injustiçaram. Ela pode apenas ser uma heroína.”

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Mulher-Maravilha tem estreia marcada para 1º de Junho de 2017, com direção de Patty Jenkins. O elenco tem Gal Gadot como a protagonista, Connie Nielsen como Rainha Hipólita e Chris Pine como Steve Trevor.

Murilo Oliveira, também conhecido como Muriloverso, é jornalista e redator-chefe do site O Vício. Comandando o canal homônimo no YouTube, ele compartilha sua paixão por cultura pop, trazendo análises, curiosidades e conteúdo geek com uma abordagem única e carismática.