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Início de Salt and Sanctuary

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Está semana eu finalmente consegui jogar um pouco mais. Embora nem de longe tenha sido o tanto quanto eu gostaria de jogar. Mesmo assim, creio que consegui um avanço considerável em Salt and Sanctuary, e, em geral, o jogo tem me impressionado bastante.

Talvez em tenha exagerado um pouco no impressionado, mas de fato ele tem me agradado bastante e confirmado a minha opinião de que é um jogo tão bom quanto Dark Souls, apesar das obvias diferenças devido ao seu gênero. Ainda assim, Salt and Sanctuary é uma obra muito bem pensada e executada, e sua “inspiração” na série Souls em nada lhe diminui.

Em todo caso, na última vez que eu estava jogando, me preparava para enfrentar o boss da área de Hagger’s Cavern (que vem a ser o próprio Hagger). Este inimigo, um pirata, foi uma luta complicada. Demorei um pouco para pegar o jeito dele, principalmente porque ele ficava longe do “santuário”, onde o personagem renasce após morrer. Mas eventualmente consegui aprender como esquivar de suas tiros de pistola (que mais parece um canhão), e o derrotei.

A área seguinte não foi muito complicada, embora possuísse alguns inimigos um pouco chatos. A Mire of Stench (Charco do Fedor), é um daqueles lugares pantanosos onde só de olhar já se sabe que a maioria dos inimigos vai envenenar. Foi exatamente o que aconteceu. Teve uma parte dela que foi bastante complicada, porque eu sempre morria porque… bem, eu não sei o porque. No jogo é possível se agarrar momentaneamente na parede e dar um segundo pulo, para então pegar em outra parede e assim ir subindo as coisas. Acontece que sempre no último desses pulos, quando eu estava perto de agarrar a borda de uma plataforma, eu acabava caindo o mapa inteiro e morrendo. A habilidade de pegar impulso na parede simplesmente parava de funcionar. Não acho que tenha algum limite ou coisa parecida, pois depois que isso acontecia eu ficava algum tempo sem poder usar este recurso ou me agarrar nas bordas das plataformas do jogo – uma das formas mais básicas de se movimentar. O boss dessa área, That Stench Most Foul (Aquele Fedor Mais Fedorento), não é difícil, mas é especialmente feio.

As áreas seguintes foram bem confusas. Teve dois locais apenas de transição, o Fort Beyond the Mire e a Far Beach. Não são exatamente conectados, mas existe um sujeito com um bote que leva de um lado para o outro. Creio que essa viagem a barco dá a volta na ilha. Na Far Beach eu encontrei duas áreas novas, e explorei elas um pouco. Mas foi um pouco estranho porque eu não podia ir nelas ainda. Existem algumas partes dessas áreas que eu ainda não podia acessar. Então acabei ficando rodando bastante até chegar a conclusão de que eu teria que ir para outro lugar primeiro.

Esse outro lugar acabou sendo o “Dome of the Forgotten”. Uma região que eu já tinha ido, mas que resolvi deixar de lado porque estava com pouca vontade de ficar pulando em plataformas mágicas que desaparecem e reaparecem. Odeio morrer por queda e este tipo de plataforma é quase garantia de que isto vai acontecer. Mas acabou não acontecendo, para meu alívio. O que me matou foram os inimigos invisíveis que atacam em enxames e são rápidos pra caramba. Mesmo assim, não tive muitos problemas. Após os dois chefões do lugar, encontrei um NPC que após me dar algumas dicas sobre a verdadeira natureza da ilha, me marcou a ferro e me deu uma nova habilidade.

Literalmente, me marcou a ferro. Por algum motivo, existem habilidades em Salt and Sanctuary chamadas “brands” (literalmente, marcas) que são conseguidas quando um NPC resolve conceder a habilidade ao personagem, usando um daqueles ferros de marcar gado na mão do pobre jogador. Estes brands são essenciais para o jogo. Como muitos jogos de plataforma, Salt and Sanctuary limita o progresso do jogador a partir das habilidades que dispõe ao personagem. Não se tratam de ataques ou defesas, mas puramente de formas de novas formas de interagir com o cenário que acabam servindo para alcançar novos áreas do jogo, seja para dar continuidade da obra ou meramente para acessar novos recursos. No caso dos brands, um deles me permite utilizar obeliscos para andar de cabeça para baixo, outro possibilita usar paredes para impulsionar os saltos, e o que eu consegui no Domo dos Esquecidos concede a habilidade de andar em umas nuvens transparentes encontradas em certos locais. Essas nuvens são chamadas de hardlight (luz rígida).

Com essa nova habilidade em posse, retornei ao Ziggurat of the Dust e comecei explorar os locais que eu não tinha conseguido chegar. Foi por aí que finalmente encontrei um set de armadura leve tão interessante quanto outros muitos conjuntos de armadura pesada que eu tinha. É uma armadura bem bonita essa que eu consegui, e acho que combina bastante com a pistola feita de ossos humanos, mas que da dano sagrado, que eu transmutei no alquimista utilizando um item raro que consegui de um inimigo (cada boss também dropa suas cinzas, que podem ser transmutadas em armas, mais coisa de Dark Souls). Mas acho que estou finalmente satisfeito tanto com a aparência quanto com a jogabilidade de meu personagem. Usar espada em uma mão, pistola em outra e ocasionalmente magia divina ficou uma combinação bem divertida.

Só pra mostrar um pouco do jogo, abaixo tem a descrição da pistola que eu uso.

“Uma arma de fogo híbrida reforçada com placas de prata abençoada, disponibilizada para paladinos de elite de Devara para ser usada contra licantropos e mortos vivos. Desenvolvida e manufaturada por um convertido de Doria que, diante o despertar da luz de Devara, dedicou a sua vida e suas habilidades de armeiro para equipar guerreiros sagrados da Igreja com armamentos inovadores.”

Alguns dados:
Total de horas de Salt and Sanctuary: 16
Total de horas do Zerando Minha Steam: 103
Jogos terminados no Zerando Minha Steam: 2
Jogos que faltam ser zerados: 255

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