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Não pude jogar tanto de Tyranny essa semana quanto joguei na semana passada. Foram apenas 5 horas em oposição às 19 ou 20 de antes. A faculdade retornou, o trabalho apertou e acabei ficando com menos tempo. Embora eu precise admitir, sem vergonha nenhuma, que a maior impencílio para eu jogar Tyranny foi o lançamento de Pokémon Sun/Moon. Inclusive, estou narrando como estão sendo as aventuras do treinador Detonator na coluna Diário de um Treinador em Alola.
Quanto a Tyranny, o avanço foi bem modesto. Não cheguei sequer a terminar a nova área em que estou no jogo, a região de Blade Grave (Túmulo das Lâminas?), onde o grupo rebelde Unbroken têm combatido as forças dos Disfavored do Arconte Graven Ashe em uma região devastada por tempestades mágicas. Sim, mais um dos Éditos do overlord Kyros, um que pretendo quebrar em breve.
Essa região foi um pouco frustrante para mim porque eu não pude escolher ajudar nem um dos lados do conflito. Ou mesmo permanecer neutro de uma forma não ostensivamente agressiva. Eu tinha em mente que minha protagonista, Liliana, fosse estoica, firme e neutra. No entanto, minhas escolhas passadas forçaram que no momento atual do jogo ela tivesse que sair descendo o sarrafo em todo mundo e dizimando o que pudesse. Bom, teve um grupo que eu até ajudei em uma missão, que foram uns sujeitos da Sage’s Guild (Guilda dos Sábios), que consistia basicamente em descer a porrada em um monstro das OldWalls que estava junto de um artefato que eu queria.
E por sinal, isso foi uma tarefa opcional. Meu objetivo em Blade Grave, guiado pelo suspeitíssimo Arconte assassino Bleden Mark, é encontrar um artefato perdido do período áureo de Stalwart, a espada Dauntless, insígnia do Campeão de Stalwart. O plano de Bleden Mark é que eu reúna artefatos e acabe me tornando conhecido – e principalmente temido – entre os povos dos Tiers e os exércitos de Kyros. A ideia dele é bastante verdadeira, pois até onde pude apurar investigando sobre os poderes dos arcontes, dos Éditos e do próprio Overlord, o que dá o poder quase-divino para tais entidades é a crença que as pessoas tem neles, o amor, o ódio, ou o simples fato de serem conhecidos e creditados a algo grandioso.
Não sei ainda qual é a de Bleden Mark. Mas é verdade que no momento ele tem parecido guiar meu personagem de forma eficiente. Imagino se ele tem algum objetivo secreto de derrotar o Império de Kyros por dentro. Todo mundo, Arcontes inclusive, parece extremamente leal ao Overlord, principalmente Tunon, para quem Bleden Trabalha. De uma forma ou de outra, uma parte realmente boa do jogo é que os personagens são muito bem construídos. A despeito de muitos deles serem completos babacas, ainda assim eles tem a sua complexidade. Isso vale ainda mais para os personagens que entram no grupo do protagonista, eles são realmente únicos, com boa profundidade e, diferente de Pillars of Eternity, cada um deles tem habilidades exclusivas e não dependentes de classe. Uma das mudanças positivas fomentadas pela exclusão do sistema de classe.
Apesar da região de Blade Grave ter sido muito desprovida de opções, o jogo segue muito bom. Na semana que vem imagino que já terei terminado a região e avançado na próxima, talvez até mesmo terminado o segundo Ato.
Alguns dados:
Total de horas de Tyranny.: 25
Total de horas do Zerando Minha Steam: 222
Jogos terminados no Zerando Minha Steam: 10
Jogos que faltam ser zerados: 268 (comprei Wasteland 2)