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Início de Wasteland 2

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Duas horas de jogo depois, consegui resolver algumas das quests pendentes em Wasteland 2 – que para quem não sabe é um CRPG. Na verdade, acho que fiz bastante coisa nas míseras 2 horas de jogo que pude jogar essa semana.

Se você retornar até o post da semana anterior – coisa que eu e você sabemos que não vai fazer – irá se lembrar, ou descobrir pela primeira vez, que eu estava lidando com uma rixa de sangue entre duas tribos indígenas que supostamente deveriam estar trabalhando em conjunto para gerir os trens do Arizona. Como membro dos Desert Rangers, resolvi intervir e tentar ajudar na situação. E foi um saco. Precisei ficar indo e voltando como um garoto de recados em dois mapas grandes e só isso deve ter levado uns vinte minutos. O esforço foi recompensado no fim e não teve acordo nenhum e uma das tribos encheu a outra de tiros e acabou a maldita quest. Pelo menos os trens vão voltar a circular… eu acho.

Saindo da região das tribos, resolvi dar uma passada num local que deveria ter mais uma side-quest, o Darwin Village. Eu sabia que o lugar era uma cidade semidestruída que havia sido ocupada por mutantes que buscavam formas de sobreviver e encontrar uma cura para a sua condição. Supostamente, lá talvez eu encontrasse algumas coisas que já não me lembro, mas que certamente me dariam XP e recompensa. No entanto, em vez de chegar num lugar pacífico, fui recebido por uma horda de zumbis muito resistentes, mas pouco ameaçadores devido a serem lentos. A resposta para essa zumbificação surpresa parecia estar em um laboratório ou galpão do lugar – único local “entrável” – no entanto, para entrar na construção era necessário um código que eu não possuía. Por isso, acabei dando meia volta e retornei para a base dos Desert Rangers.

Não tinha muito o que fazer na base, embora seja interessante ver os NPCs reagirem um pouco ás ações que realizei no Arizona. O cartografo do lugar conseguiu decodificar umas informações que eu tinha levantado, descobrindo que o que o finado ranger Ace havia encontrado parecia estar em Los Angeles, o que deveria ser impossível, já que, até onde se sabia, o Arizona era o único lugar do mundo que havia sido poupado do apocalipse nuclear. Isso não me levou a nenhuma quest nova, no entanto, e basicamente, minha estadia na base foi para conseguir novos equipamentos.

Minha missão principal ainda era instalar o dispositivo para triangular as estranhas emissões de rádio que falam sobre a destruição dos Rangers, portanto voltei para a região da velha Prisão, com o intuito de ir para o leste em direção a uma cidade além das montanhas. No meio do caminho, no entanto, lembrei de uma side-quest que havia liberado um pequeno lugarejo que havia sido atacado por robôs. Eu nunca tinha combatido robôs e decidi ir lá para ver se eram durões mesmo.

Foi nesse ponto que, encontrei um robô o qual, após utilizar a perícia de programação ou coisa parecida, transformei numa espécie de “pet” que ficou me seguindo. Eu imaginei que ele participaria dos combates, mas tinha só 50 de vida, então não deveria ser muito poderoso. Ainda não tinha enfrentado nenhum dos robôs inimigos do local, e quando fui entrar no primeiro combate da área, encontrei três monstruosidades gigantescas com 540 de life. Cinco vezes mais life do que qualquer coisa que eu já tinha encontrado. Enquanto tentava combater as máquinas assassinas e calculava as chances de eu ganhar a luta, o robô parceiro atacou, matando o adversário com apenas uma saraivada de tiros. Com certeza, forte pra caramba. Ainda bem que encontrei ele antes da luta.

Depois, fui para a região do Canyon of Titan, a única passagem para cruzar uma cadeia de montanhas e chegar no meu objetivo. Um lugar pra lá de obrigatório, portanto. Mau cheguei lá e uma transmissão de rádio do General Vargas – líder fodão dos Desert Rangers – chamou Angela Deth, a membro do grupo mais forte, de volta para base, pois estariam planejando algum ataque contra os sujeitos que mataram o amante dela, o Ace. Ela aceitou a convocação e foi embora, me deixando com um membro a menos no time (agora são seis). Felizmente, antes de ir, largou todo equipamento com um dos personagens que criei no início do jogo. Ainda bem. Ela tinha a arma mais forte do grupo.

E foi aí que parei. O jogo ainda está bem interessante, mas imagino que agora podem haver algumas mudanças, já que estou sendo mais direcionado para um caminho obrigatório.
Veremos no que isso tudo vai dar.

Ps: algum NPC falou sobre uns tais de Monges do Sagrado Cogumelo ou coisa parecida, que louvam a radiação, bombas atômicas e etc. Que doidões.

Alguns dados:
Total de horas de Wasteland 2.: 18
Total de horas do Zerando Minha Steam: 244
Jogos terminados no Zerando Minha Steam: 11
Jogos que faltam ser zerados: 268