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Apesar de ter sido um dos pontos mais importantes em Vingadores: Ultimato, segundo o diretor Joe Russo e o roteirista Stephen McFeely, as viagens no tempo serviram, na verdade, apenas como história de fundo para trabalhar com o lado pessoal dos heróis.

Russo: “Em última análise, percebemos que, olha, a viagem no tempo não existe, então é uma noção ridícula. É uma construção de cinema e você sabe, eu acho que quando todos nós compramos a ideia, foi quando percebemos as cenas emocionais que poderiam acontecer entre os personagens e as pessoas que eles amavam e que não estão mais com eles”.

McFeely: “São essas cenas, vamos chegar até eles, vamos fazer muitas coisas. Ele vão coletar joias, mas vão consertar as pessoas.”

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O grave curso de eventos gerados quando Thanos eliminou metade do universo e fraturou as fileiras dos Vingadores leva os heróis restantes a tentarem um último movimento na grande conclusão da Marvel Studios de vinte e dois filmes.

Vingadores: Ultimato arrecadou US$ 2,79 bilhões ao redor do mundo, se tornando o filme de maior bilheteria da história do cinema.



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