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Angus MacLane, o diretor do mais novo filme da Pixar, Lightyear, derivado da franquia Toy Story, falou sobre os desafios que ele e sua equipe enfrentaram ao contar a história do icônico astronauta nas telonas.

Em entrevista à GameSpot, MacLane compartilhou seus pensamentos sobre a criação de filmes derivados, afirmando que não os recomendaria a diretores em ascensão.

“É tão, tão difícil”, disse MacLane. “Como cineasta, você realmente tem que pensar sobre quais problemas você quer resolver. Quando aceitamos este projeto, tivemos que mudar um personagem secundário para um personagem principal e isso é uma coisa muito difícil.”

MacLane continua explicando que experimentou desafios semelhantes ao trabalhar em Procurando Dory, que assim como Lightyear é outro derivado de um filme anterior da Pixar que destacou um personagem coadjuvante.

“Mas porque a história de fundo de Buzz era algo que eu queria contar, e porque eu queria fazer uma verdadeira aventura de ação e ficção científica, você sabe, como um filme nerd/geek, isso foi o que nos trouxe até aqui.

Foi isso que nos fez seguir em frente, mesmo quando ainda não tínhamos descoberto exatamente o que fazer. Porque eu sabia como o filme deveria ser quando estivesse pronto.”

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Lightyear é descrito como uma aventura de ficção científica que acompanha o lendário patrulheiro espacial, Buzz Lightyear, após ser abandonado em um planeta hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra ao lado de sua comandante e sua equipe.

Enquanto Buzz tenta encontrar um caminho de volta para casa através do espaço e tempo, um grupo de recrutas ambiciosos e o encantador gato-robô de companhia, Sox, se juntam ao herói. Para complicar a situação, Zurg, uma presença imponente, e seu exército de robôs impiedosos, chegam ao planeta com um compromisso misterioso.

O elenco de dublagem no Brasil traz Marcos Mion como Buzz, Adriana PissardiniCésar MarchettiFlora PaulitaHenrique ReisLucinha, entre outros.



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