Através de documentos fornecidos ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no trâmite jurídico da aquisição da Activision Blizzard, a Microsoft alegou que a Sony Interactive Entertainment paga por “direitos de bloqueio” em diferentes jogos, evitando que sejam lançados no Xbox Game Pass.
Recentemente, a companhia japonesa mostrou preocupação com a possibilidade de Call of Duty se tornar exclusivo do rival, devido à popularidade da franquia.
“A capacidade de continuar expandindo o Game Pass tem sido obstruída pelo desejo da Sony em inibir tal crescimento. A Sony paga por ‘direitos de bloqueio’ para impedir que desenvolvedores adicionem conteúdo ao Game Pass e outros serviços de assinatura concorrentes.”
Diz o documento oficial.
O exemplo mais recente é Final Fantasy VII Remake, anunciado como um exclusivo temporário do PlayStation, mas que até hoje não chegou ao Xbox.
A versão para PC chegou (via Steam) em 17 de junho.
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Final Fantasy VII Remake é uma reimaginação do jogo clássico, originalmente lançado em 1997, desenvolvido sob a orientação dos criadores originais.
Explorando Mako, o sangue vital do planeta, através de seus reatores, a Shinra Electric Power Company tomou o controle do mundo inteiro. Um grupo de idealistas, conhecido como Avalanche, é um dos últimos bastiões da resistência. Nisso, Cloud, um soldado de elite que virou mercenário, participa de uma operação para destruir o Reator Mako 1 em Midgar.
O bombardeio mergulha a cidade em um caos ardente, e Cloud é atormentada por visões de um inimigo amargo há muito pensado morto.
Mais uma vez começa uma história que moldará o destino de um mundo inteiro.
O destaque dessa versão fica para INTERmission, um episódio adicional protagonizado por Yuffie Kisaragi, onde a personagem precisa se infiltrar em Midgar, especificamente no QG da Avalanche, para roubar o material da Shinra Electric Power Company.






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