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Albert Hughes, o diretor de O Continental, revelou em entrevista recente por que rejeitou trabalhar no novo filme do Blade, da Marvel Studios.
Em entrevista ao podcast Happy, Sad, Confused, Hughes destacou que o processo de produção do universo cinematográfico é muito controladora, e ele não seria capaz de produzir nesses termos.
Confira o que Albert Hughes declarou abaixo:
“Já conversei algumas vezes com o estúdio óbvio sobre filmes de super-heróis”, disse o diretor, evitando se referir diretamente ao Marvel Studios. “Mas sempre me senti desconfortável porque sabia que era um sistema… Na verdade, eu analisei todos os seus filmes e os coloquei em uma planilha e analisei as bilheterias, observando as pontuações dos títulos, onde o VFX se classifica, tive que me aprofundar neles.”
“E cheguei, no meio do processo, e pensei: ‘Não, eu iria implodir devido ao tipo de natureza controlada daquele mundo e por não ser capaz de fazer o que faço.’ E não entendo por que um verdadeiro cineasta iria querer estar nesse sistema”, acrescentou. “Eu entendo por que os novatos fariam isso, e eles fazem um bom trabalho. Encontrando pessoas na hora certa. Mas acho que iria implodir.”
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Eric Cross Brooks nasceu em Londres, em 24 de outubro de 1922. Seu pai, Lucas Cross, um membro da sociedade secreta da Ordem de Tyrana, enviou sua esposa grávida Tara para a Inglaterra antes de ser feito prisioneiro na Latvéria. Lá, ela assumiu o nome de “Vanessa Brooks” e encontrou abrigo com a dona de um bordel, Madame Vanity, outra membro da Ordem de Tyrana.
Quando Tara passou por complicações no parto, um médico foi chamado. O médico, Deacon Frost, era na verdade um vampiro e se alimentou da mulher quando ela deu à luz, passando uma série de enzimas que alteraram seu bebê. Como ele ainda estava ligado à mãe pelo cordão umbilical, as enzimas entraram na corrente sanguínea do bebê, transformando-o em um ser contaminado, mas não convertido.
Em outras palavras, meio-humano, meio-vampiro, também chamado de “dampiro”. Tara morreu, deixando o órfão Eric para ser criado no bordel de Madame Vanity.






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