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Conhecido por Logan, Ford vs Ferrari e outras produções aclamadas por crítica e público, James Mangold não é nem um pouco fã do conceito de universos compartilhados.

Obviamente, é algo que se popularizou graças aos filmes de super-heróis, especialmente Marvel e DC.

“Eu não faço multiversos”, disse ao site da Rolling Stone, ao ser questionado sobre a decisão de escalar Boyd Holbrook como Johnny Cash em A Complete Unknown, a cinebiografia de Bob Dylan.

O cineasta, para quem não sabe, foi responsável por Johnny & June, que rendeu até mesmo uma indicação ao Oscar para Joaquin Phoenix na pele do icônico “Homem de Preto”.

Teoricamente, não seria difícil convidá-lo para retornar.

“É estranho que eu já tenha trabalhado no mundo do entretenimento das grandes franquias, porque não gosto de construção de universo multifilmes. Na verdade, acho que é o inimigo da narrativa. A morte da narrativa. É mais interessante para as pessoas como as peças de um LEGO se conectam do que como a história funciona diante de nós,” acrescentou.

“Para mim, o objetivo sempre é: ‘O que há de único neste filme e nesses personagens?’ Não fazer você pensar em outro filme, algum easter egg ou outra coisa, o que é um ato intelectual, não um ato emocional. Você quer que o filme funcione em um nível emocional,” concluiu.

Curiosamente, Mangold irá dirigir um filme do Monstro do Pântano, que faz parte do Capítulo I de “Deuses & Monstros” no DCU de James Gunn e Peter Safran.

Julgando por essa declaração acima, tudo indica que não terá muitas conexões com outros projetos.

Leia mais sobre A Complete Unknown, de James Mangold:

“No Festival Folk de Newport em 1965, um jovem Dylan revoluciona com sua performance no cenário musical. Ao se tornar elétrico e dar à luz ao rock como voz de uma geração, ele define um dos momentos mais transformadores da música do século XX,” diz a sinopse.

Sabemos que a estreia acontecerá em dezembro nos Estados Unidos.

Fonte: Rolling Stone



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