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O destino de Darwin em X-Men: Primeira Classe nunca agradou os fãs da Marvel. O personagem – criado apenas alguns anos antes do lançamento do filme – recebeu o poder de evolução rápida, podendo mudar seu corpo para se adaptar a qualquer situação.

A trama do longa estabeleceu Darwin como um mutante implacavelmente poderoso – apenas para matá-lo pouco antes do terceiro ato do filme. Os fãs não gostaram nem um pouco dessa decisão, e Edi Gathegi, o astro que interpretou o personagem, também não.

“Eu amei Darwin. Ele se tornou meu favorito. Sempre foi sobre Wolverine para mim, e então quando eu aprendi sobre Darwin, eu disse, ‘Espere um minuto. Ele se adapta para sobreviver. Ele não pode morrer. Ele é lutou contra o Hulk e foi transportado para o espaço porque ele estava morrendo. E ele morreu e se regenerou. Oh meu Deus, há tantas possibilidades’. E visualmente, como cineasta, você pode colocá-lo em todos os tipos de situações e vê-lo se adaptar. E isso é muito divertido. Então, sim, achei que foi um grande erro matar Darwin, acho que ele merece redenção”,

disse Edi em entrevista ao ComicBook.

No início dos anos 1960, durante o auge da Guerra Fria, um mutante chamado Charles Xavier conhece um mutante chamado Erik Lehnsherr. Apesar de suas origens muito diferentes – Charles cresceu em uma família rica enquanto Erik perdeu seus pais em Auschwitz -, os dois se tornam grandes amigos. Enquanto o mundo oscila à beira de uma guerra nuclear, Charles e Erik unem forças com outros mutantes para salvar a humanidade. No entanto, um acontecimento separa os dois amigos.