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Backrooms: Um Não-Lugar ultrapassou oficialmente a marca de US$ 300 milhões arrecadados na bilheteria global.

O projeto de terror da A24 encerrou o seu quarto fim de semana somando US$ 175 milhões nos Estados Unidos e US$ 125 milhões nos mercados internacionais, segundo dados divulgados pela Variety (via Screen Rant).

O longa-metragem rapidamente estabeleceu novos padrões comerciais para a produtora. A arrecadação de US$ 81,4 milhões em seus três primeiros dias garantiu a maior abertura do ano no gênero e o melhor desempenho inicial de qualquer obra já financiada pela empresa.

A adaptação baseada na websérie sobre creepypastas tornou-se o primeiro lançamento da A24 a cruzar a barreira dos US$ 300 milhões globais.

Para que você tenha uma ideia, o maior sucesso comercial do estúdio independente até pouco tempo atrás era Marty Supreme, aclamado projeto com Timothée Chalamet que acumulou US$ 191,3 milhões durante o período nas telonas.

Produzido com um orçamento estimado em modestos US$ 10 milhões, Backrooms: Um Não-Lugar já faturou 30 vezes o valor de seu custo inicial de desenvolvimento.

A alta lucratividade manteve o título entre as dez maiores bilheterias de 2026, resistindo até mesmo a uma severa queda de 67,7% registrada em sua segunda semana nas bilheterias domésticas.

O calendário futuro da distribuidora prevê investimentos significativos para tentar replicar o feito.

A adaptação de Elden Ring liderada por Alex Garland, por exemplo, custa mais de US$ 100 milhões e desponta como a principal aposta da empresa, embora certamente não vá ser tão proporcionalmente lucrativa quanto uma produção com um orçamento tão modesto.

Sob o comando de Kane Parsons, de 21 anos, a trama foca no vendedor Clark (Chiwetel Ejiofor). O personagem encontra um portal no porão de sua loja e acaba transportado para uma realidade paralela.

Após o desaparecimento, a terapeuta Mary Kline (Renate Reinsve) tenta resgatá-lo e também termina presa no ambiente.

Backrooms: Um Não-Lugar continua em cartaz nos cinemas do Brasil.

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