Após ter explodido por Ladybird (2017) e Adoráveis Mulheres (2019), Greta Gerwig está dando um enorme passo em sua carreira com Barbie (2023), seu filme de maior escala até agora.
Pular de filmes de orçamentos modestos para projetos globais, não costuma ser algo fácil de se adaptar para diretores de cinema. Porém, Greta parece não ter sentido tanto com a virada de chave.
Falando para a Rolling Stone, a diretora reconheceu o impacto que a grande marca da Barbie trouxe ao seu trabalho, mas ao mesmo tempo, comentou que de uma forma engraçada, a produção pareceu tão “íntima” quanto a de seus filmes anteriores, apesar de tudo ser muito maior.
“Nunca fiz parte de nada assim. Mas, de uma forma engraçada, parece que os fundamentos são os mesmos. Mesmo sendo a Barbie, e sendo uma marca conhecida internacionalmente, o filme parece muito pessoal. Parece tão íntimo quanto Lady Bird ou Adoráveis Mulheres.” Disse Gerwig.
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No mundo mágico das Barbies, Barbieland, uma das bonecas começa a perceber que não se encaixa como as outras. Depois de ser expulsa, ela parte para uma aventura no mundo real, onde descobre que a beleza está no interior de cada um.
A estreia está agendada para a próxima quinta-feira, 20 de julho.
Margot Robbie (O Esquadrão Suicida) e Ryan Gosling (Agente Oculto) são as versões principais de Barbie e Ken.
Além deles, outros confirmados são Will Ferrell (Os Outros Caras) como CEO da Mattel, Simu Liu (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Michael Cera (Scott Pilgrim Contra o Mundo), Emma Mackey (Morte no Nilo), Issa Rae (Homem-Aranha: Através do Aranhaverso), Ncuti Gatwa (Sex Education), Kate McKinnon (As Caça-Fantasmas) e outros.