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Vice-presidente de plataforma de desenvolvimento e soluções de IA da Capcom, Shinichi Inoue afirmou que a empresa não utiliza inteligência artificial generativa para produzir assets de arte em seus jogos, e essa abordagem permanecerá por um bom tempo.

O executivo apontou que a ideia é explorar a ferramenta em tarefas técnicas e operacionais.

O que nós, na indústria do entretenimento, consideramos extremamente importante em contraste com a inteligência artificial é a sensibilidade humana”, afirmou ao 4Gamer. “Mesmo as IAs de mais alto nível ainda não conseguem se igualar aos nossos criadores quando se trata de sensibilidade. Essa é a realidade atual. Por isso, concentrar o esforço humano em trabalhos que exigem esse tipo de sensibilidade é mais eficiente do ponto de vista da gestão de capital humano, além de também ser importante para a coexistência com os criadores.”

De acordo com Inoue, há a utilização do Google Gemini em conjunto com uma solução interna voltada para testes de QA (garantia de qualidade).

A ferramenta própria “reporta suas descobertas para agentes responsáveis pela checagem de bugs, mas, em vez de deixar tudo nas mãos de humanos, outro agente primeiro avalia os relatórios com base no conceito definido pelo diretor do jogo”.

E aparecem apenas em tarefas consideradas rotineiras pelo estúdio.

Um enorme volume desse trabalho de checagem e avaliação é realizado enquanto os humanos estão dormindo”, explicou. “Depois disso, o sistema filtra problemas que têm alta probabilidade de estarem ‘incorretos em comparação com o conceito pretendido do jogo’ e os apresenta.”

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Fonte: 4Gamer

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.


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