
Visão
Depois do filme “Vingadores: Era de Ultron” é natural que todos conheçam o personagem e estejam empolgados em saber mais sobre ele. Principalmente porque a origem dele é bem diferente da mostrada no filme. Esta graphic novel traz a origem “original” e também uma mais moderna. Nisto, a coleção vermelha da Salvat tem agradado bastante. Pois traz edições de origem que não saem mais em outros formatos.
O primeiro arco de Visão consiste em sua origem de 1968, que aconteceu em The Avengers #57-58. A edição 57 conta como o personagem tenta matar o Homem-Formiga e a Vespa sob o controle de Ultron. A segunda edição mostra como Visão entrou para o time dos Vingadores. Vale muito a pena ler isso!
Avengers Icons: Vision #1-4 é o segundo arco deste encadernado da Salvat. É praticamente uma versão moderna da origem do Visão, feita para uma nova audiência. Aqui vemos os planos de construção do Visão sendo roubados por um espião alemão. O Androide é sucateado por mal funcionamento. Depois é revelado que os alemães criaram seu próprio robô – um Gremlin, a partir daí, não vou revelar, porque vocês tem que ler. Porém, a história não é bem contada, mas a arte vale muito.
Por fim, o livro vale a pena pela presença da origem do personagem. Ainda que você não colecione a coleção vermelha da Salvat, vale a pena pegar!
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Bem vindo de volta, Frank – Parte II

Nos anos 80, o Justiceiro foi um dos personagens mais populares da Marvel. Entretanto, nos anos 90, ele foi esquecido e só aparecia em tie-ins bem fracos. Os roteiristas tentaram dar poderes sobrenaturais para Frank Castle, numa tentativa de competir com os títulos de terror que a DC estava criando sob o selo Vertigo. Nos anos 2000, Garth Ennis apagou tudo isso e voltou ao “Justiceiro de raiz”, dando origem ao título do lado: Bem vindo de volta, Frank.
A série é repleta de piadas absurdas e implacáveis , Ennis emprestou seu gosto pelo humor negro ao Justiceiro, que resultou em um rejuvenescimento do personagem, atraindo toda uma nova geração de leitores.
Ennis retratou o Justiceiro como um homem reto e sombrio em um mundo cartunesco preenchido com mafiosos estereotipados, lutas com ursos polares e assassinos russos transgênero.
O trabalho doentio e penetrante que Ennis realizou com Preacher foi “transferido” para o mundo de Frank Castle, começando uma nova tendência de retratar o personagem com mais humor. Foi aqui que tivemos o resgate do Justiceiro, ele voltou a ser um cara durão e também reafirmou seu lugar entre os personagens mais populares da editora.
Então, vale a pena? Com certeza! Não deixe essa edição passar (lembrando que a primeira parte foi lançada há 2 semanas)!
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