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Mesmo com forte desempenho comercial, superando três milhões de unidades vendidas no lançamento, Crimson Desert acabou sofrendo críticas dos jornalistas e dos próprios jogadores envolvendo um ponto específico da experiência: sua narrativa.
E, de forma até surpreendente, Heo Jin-young, CEO da Pearl Abyss, concordou com essa percepção.
O executivo, durante reunião com acionistas, respondeu a questionamentos sobre a narrativa considerada “fraca” por parte do público: “A decepção em relação à falta de história é algo que a equipe de desenvolvimento sente tão fortemente quanto os usuários. O fato de não termos conseguido melhorar isso se deve às nossas próprias limitações.”
Heo também explicou que o estúdio priorizou outros aspectos durante o desenvolvimento: “Focamos em fortalecer os elementos de jogabilidade nos quais somos bons, e esperamos complementar melhor essa parte em nosso próximo projeto.”
Neste momento, sabemos que uma versão para Nintendo Switch 2 está em discussão.
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Crimson Desert tem versões para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC via Steam e Epic Games Store, e acompanha um grupo de mercenários em luta e os muitos personagens que cruzam seus caminhos no vasto continente de Pywel.
Fonte: ResetEra