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A adaptação cinematográfica de Death Stranding não seguirá um caminho focado em violência extrema. A informação foi confirmada por Michael Sarnoski, encarregado do roteiro e da direção do projeto em desenvolvimento pela A24.
Em entrevista ao Games Radar (via World of Reel), o cineasta de 31 anos revelou que o roteiro da produção já está na segunda versão. Ele planeja iniciar as filmagens principais na Islândia e na Irlanda do Norte no começo do ano que vem.
O projeto adapta o universo do jogo eletrônico criado por Hideo Kojima, onde eventos catastróficos misturam as fronteiras entre o mundo dos vivos e dos mortos. A nova trama funcionará de forma independente.
Ao detalhar a abordagem do longa-metragem, Michael Sarnoski explicou como enxerga o papel dos confrontos no ambiente pós-apocalíptico. Ele também assina a direção de A Morte de Robin Hood, atualmente em exibição.
“Eu não diria que o roteiro é muito violento. Definitivamente tem muita ação e emoção. Tem um pouco de violência, sim. Afinal, Death Stranding é um mundo brutal e um mundo onde a morte parece estar sempre à espreita.”
“Então, precisa haver aquela sensação visceral. Há violência e ação, mas o papel da violência é muito diferente deste filme. Em Death Stranding, a violência e a ação têm a ver com exploração e com uma compreensão mais profunda do mundo“, afirmou o diretor.
O material original contou com a participação de Norman Reedus, Mads Mikkelsen, Léa Seydoux, Margaret Qualley, Elle Fanning e Guillermo del Toro. O retorno do grupo para a nova produção não está confirmado.
A produção expande o catálogo de parcerias da A24 baseadas em propriedades intelectuais de sucesso da indústria dos games. Os entusiastas da franquia aguardam novos anúncios sobre a escalação oficial do elenco nos próximos meses.
A adaptação de Death Stranding ainda não possui data de lançamento definida para os cinemas.






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