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Duas décadas depois, o filme Mulher-Gato, estrelado por Halle Berry, ainda é considerado como um dos maiores fracassos do gênero. E, agora, o CinemaBlend teve a chance de conversar com o diretor Pitof sobre o legado do longa. Pitof inicia dizendo que o principal dilema foi o roteiro:
“Depois de gravar, quando colocamos tudo junto, não funcionava muito bem, porque o roteiro mudou bastante durante as filmagens. As peças realmente não se encaixavam. Tivemos que repensar completamente a edição inteira, invertendo cenas e adicionando novas cenas. E tivemos 10 dias de refilmagens faltando apenas um mês para o lançamento! Foi insano! Para consertar todos os pequenos problemas do roteiro. Então eu nunca tive a opção de ter um corte do diretor. Foi mais tipo – Ok, como podemos consertar isso?”
A entrevista continua com uma pergunta importante, qual o motivo da ausência do Batman? E o diretor explica:
“Não tinha porque era parte do negócio inicial. Queríamos a Mulher-Gato longe do alncance do Batman. Queríamos começar algo novo. Não existiam outras franquias de personagens da DC. A ideia era realmente comecár algo novo com a Mulher-Gato e construir novos vilões. Então, ali, a coisa era toda em cima dos cosméticos. O vilão era a indústria de cosméticos. Foi mais um conceito que um vilão”
Bom, a intenção era boa, mas a execução não deu certo, como todos sabemos.
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No filme, o público acompanha a história de Patience Phillips (Halle Berry), uma tímida artista plástica que trabalha em uma empresa de cosméticos, que acidentalmente descobre um segredo que custa a sua própria vida.
Phillips, no entanto, volta à vida graças a um gato egípcio, que dá a ela força, agilidade, velocidade e sensibilidade para a ser uma super-heroína conhecida como Mulher-Gato.
O francês Pitof (Vidocq – O Mito) assina a direção.
Fonte: CBR