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Por meio do Twitter, o diretor Christopher Landon, de Freaky – No Corpo de um Assassino, detonou a ideia de lançamento híbrido entre cinemas e serviços de streaming, como aconteceu recentemente com Halloween Ends.

Aliás, o mesmo também aconteceu com o próprio Freaky – No Corpo de um Assassino, levando o projeto a ser um fracasso de bilheteria.

“Estúdios: parem de apostar com cineastas e seus filmes para tentar sustentar seus serviços de streaming incipientes.”

“Isso aconteceu comigo em Freaky – No Corpo de um Assassino e nos destruiu. Trabalhamos muito para fazer um filme divertido.”

“Suor de sangue e lágrimas. Meses longe de nossas famílias. E para quê?”, escreveu o diretor na rede social.

Veja abaixo o comentário do diretor no Twitter.

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Quatro anos após os eventos de Halloween Kills: O Terror Continua, Laurie (Jamie Lee Curtis) está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver.

Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.

A franquia Halloween é precursora do gênero slasher, que dominou os filmes nos anos 80 e 90, e Laurie Strode é considerada a primeira “garota final” (final girl), única a sobreviver ao assassino. Um tropo cinematográfico característico do gênero.