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Dying Light: The Beast, assim como outros títulos da franquia, contará com um mundo aberto onde os jogadores poderão explorar livremente.

E ao que parece, a equipe criativa se esforçou muito nesse aspecto.

O diretor Tymon Smektala afirmou que a ideia era entregar um dos mundos abertos “mais densos” da atualidade na indústria de jogos eletrônicos.

Mundos abertos não são sobre escala”, disse ao GamesRadar+. “Não sobre a sensação de estar lá. Podemos criar um mundo aberto que talvez não seja tão vasto, mas se for feito à mão, se parecer real, a satisfação do jogador em estar nesse mundo será muito maior.”

Smektala acrescentou que outros exemplos de mundo aberto tendem a ter “pontos centrais de atividade”, mas raramente há algo de interessante neles.

A desenvolvedora Techland tentou se esquivar disso.

Tentamos fazer com que os jogos de mundo aberto de Dying Light sejam aqueles em que você está jogando o tempo todo, em que você está constantemente interagindo com o controle, apertando botões o tempo todo,” acrescentou.

Dying Light: The Best provavelmente é um dos jogos de mundo aberto mais densos do mercado, em que você estará sempre observando ao redor, sempre imerso, sentindo tudo intensamente,” concluiu.

Do que se trata a história?

Com cerca de vinte horas de duração, Dying Light: The Beast é uma descrito como uma emocionante aventura solo de zumbis ambientada em uma região rural cuidadosamente elaborada. Você vai jogar como Kyle Crane, um herói lendário que escapa após anos de brutais experimentos.

Agora, ele deve perceber que há mais em jogo do que apenas vingança.

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Fonte: GamesRadar+