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O diretor Naoki Hamaguchi revelou os maiores desafios técnicos enfrentados pela equipe da Square Enix para levar Final Fantasy VII Rebirth ao Nintendo Switch 2.

Em entrevista ao The Outerhaven, o desenvolvedor explicou que a estrutura do jogo exigiu um cuidado especial com a carga de renderização e o tráfego de dados.

“A dificuldade técnica para Rebirth foi certamente maior, pois ele apresenta áreas em escala maior e uma estrutura mais aberta do que Remake. Em particular, descobrir como lidar com a carga de renderização e o streaming em segundo plano foi um grande desafio”, declarou o produtor.

A equipe aproveitou o conhecimento adquirido na conversão do capítulo anterior da franquia para reassessar métodos de iluminação e desempenho, garantindo a fidelidade visual no modo portátil.

“Acredito que, graças à experiência de porting que acumulamos com Remake, fomos capazes de focar não no ‘o que cortar’, mas no ‘o que ajustar finamente para entregar uma experiência completa’”, acrescentou Naoki Hamaguchi.

O diretor também ressaltou que o sucesso do projeto validou os esforços da equipe e rendeu uma forte confiança para o desenvolvimento da terceira e última parte da trilogia no novo console da Nintendo.

A trama de Final Fantasy VII Rebirth recria e expande a clássica jornada do mercenário Cloud Strife e seus aliados, que exploram um vasto mundo com o objetivo de impedir a destruição do planeta pelo implacável vilão Sephiroth.

A versão do RPG para o Nintendo Switch 2 será lançada oficialmente no dia 3 de junho.

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