O diretor de Final Fantasy XVI, Hiroshi Takai, não poupou elogios ao PlayStation 5 em entrevista recente, afirmando que o jogo não seria possível sem o console da Sony.
Em entrevista ao PlayStation Blog, Takai afirmou que o jogo busca aproveitar ao máximo o poder do PS5, para proporcionar a melhor experiência para o jogador.
Confira o que Hiroshi Takai declarou abaixo:
“As duas principais coisas que me impressionaram foram o tamanho da memória e a velocidade do SSD. Trabalhei com muitos hardwares diferentes ao longo dos anos e muitos falharam em encontrar o equilíbrio certo entre os recursos do hardware e o tamanho da memória.”
“No entanto, a PS5 é diferente – ela vem com memória suficiente instalada para aproveitar ao máximo o hardware. Quanto ao SSD, enquanto desenvolvíamos o jogo, fiquei simplesmente maravilhado com a sua rapidez”, acrescentou Takai.
“Naturalmente, queríamos que os gráficos fossem os melhores possíveis, então focamos muito nos detalhes dos personagens e modelos de ambiente, bem como na qualidade da iluminação e das sombras, para realmente fazê-los brilhar. É realmente intensivo em recursos apenas para renderizar estes modelos na tela, e os efeitos de iluminação e sombra são colocados em camadas sobre eles. Só conseguimos fazer isso graças ao tamanho da memória da PS5.”
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Final Fantasy XVI está agendado para 22 de junho, sendo um exclusivo temporário do PlayStation 5.
Do que se trata esse jogo?
Final Fantasy XVI é situado em Valisthea, uma região repleta de montanhas de cristais cintilantes que se elevam sobre os reinos ao redor delas, abençoando-os com éter. Há gerações, as pessoas se dirigem a esses pontos para se beneficiarem de suas bênçãos, usando o éter para conjurar magias que lhes permitam viver no conforto e na fartura. Grandes poderes cresceram ao redor de cada Cristal-Máter, e uma paz instável reina há muito tempo entre eles. No entanto, agora que a disseminação da Praga ameaça destruir seus domínios, essa paz corre perigo.
Os Eikons são as criaturas mais poderosas e letais de Valisthea. Cada um reside dentro de um Dominante, um homem ou mulher abençoado com a habilidade de conjurar seus poderes devastadores. Em algumas nações, os Dominantes são tratados como realeza em admiração a essa força; em outras, são contidos pelo medo e forçados a servir como armas de guerra. Os que nascem como Dominantes não podem escapar ao destino — por mais cruel que ele seja.
Acompanhamos a jornada de Clive, filho primogênito do arquiduque de Rosaria, em uma jornada expandida por trinta anos. Esperava-se que ele herdasse as chamas de Fênix e despertasse como seu Dominante, mas o destino escolheu Joshua, seu irmão mais novo, para carregar esse fardo.
Em busca de um propósito, Clive se dedica a dominar a espada, mas sua carreira tem um fim trágico nas mãos de Ifrit, um misterioso Eikon das Trevas, que o coloca em um caminho perigoso rumo à vingança.