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Michael Mann, diretor por trás do clássico Fogo Contra Fogo, voltou a falar sobre a possibilidade de seguir adiante com a sequência.
“A questão é que não penso em mortalidade. Estou ocupado. De que me serviria?. Se eu absolutamente tivesse que fazer a sequência, não teria me perdido nessa bela história da Ferrari. E levei dois anos para escrever um romance. Felizmente, tornou-se um best-seller número 1 do New York Times”.
Declarou ao site da Variety.
“As coisas que eu gosto são coisas que me fascinam e me fazem seguir em frente. Não entenda mal… Eu gostaria de fazê-la. Mas, se não acontecer, não vou me sentir incompleto.”
De qualquer forma, sabemos que Mann conversou com Adam Driver (Histórias de um Casamento) para interpretar a versão jovem de Neil McCauley.
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Fogo Contra Fogo 2 foi escrito por Mann e Meg Gardiner, contando tudo o que acontece antes e depois do clássico filme original.
O romance salta entre dois períodos de tempo, começando com Chris Shiherlis (Val Kilmer no original) enquanto ele tenta escapar do Departamento de Polícia de Los Angeles, e o detetive Vincent Hanna (Al Pacino no original), que decidiu seguir para um novo território na zona de três fronteiras e no Sudeste Asiático após a investigação do assalto ao banco.
O segundo enredo nos leva de volta até Chicago em 1988, quando McCauley (Robert De Niro no original), Shiherlis e sua equipe de alto nível estão realizando assaltos na Costa Oeste, incluindo a fronteira entre EUA e México. Ao mesmo tempo, Hanna está se preparando como uma estrela em ascensão no departamento de polícia de Chicago, perseguindo uma gangue ultraviolenta de invasores domésticos.
As consequências dos assaltos de McCauley e a perseguição de Hanna causam repercussões inesperadas em uma narrativa paralela.
Desde a publicação em agosto do ano passado, Mann deu a entender que queria adaptá-lo em um filme.