Diretor de God of War: Ragnarök, Eric Williams confirmou que um possível sacrifício de Kratos nunca esteve em discussão na equipe criativa.
Muitos fãs especularam que a “passagem de bastão” para Atreus aconteceria já neste jogo.
“Nunca cogitamos sacrificar Kratos por diversas razões. Mas, a principal é que essa não era a história que queríamos contar. A história que queríamos contar era sobre esse laço de pai e filho, que se torna forte o suficiente ao ponto de se conhecerem e sabem que se tornam melhores, e caso haja uma separação, não há problema nisso.”
Declarou ao The Washington Post.
“(O final) É quase como ver seu filho ir para a faculdade. É uma progressão natural da vida.”
Vale lembrar que esse é o maior lançamento para um título exclusivo do PlayStation, alcançando 5,1 milhões de unidades em apenas três dias.
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God of War: Ragnarök está disponível para PlayStation 4 e PlayStation 5.
Do que se trata a história do jogo?
Da Santa Monica Studio, esta é a sequência da aclamada versão de 2018 de God of War. Junte-se a Kratos e Atreus em uma jornada mítica à procura de respostas na iminência do Ragnarök. Juntos, pai e filho arriscarão tudo viajando por cada um dos Nove Reinos.
Explorando paisagens mitológicas de tirar o fôlego, eles enfrentarão deuses nórdicos, feras selvagens e outros inimigos aterradores enquanto se preparam para o maior confronto de suas vidas.
Kratos será desafiado como nunca e usará as suas poderosas armas de guerra, incluindo o Machado Leviatã e as Lâminas do Caos, para proteger sua família. Com a variedade de novas habilidades para ele e Atreus, o combate nesta odisseia épica e implacável é fluido, flexível e impactante.
Enquanto isso, as forças de Asgard se preparam…






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