A série Sandman está em alta, a série tem conquistado o coração dos assinantes da Netflix e muitos estão tendo contato com a obra de Neil Gaiman pela primeira vez. Mas você sabia que ele já contou uma pequena mentira sobre a obra?
Em Sandman: Os Caçadores de Sonhos, um conto que foi ilustrado por Yoshitaka Amano, temos a história de um Monge Budista que vive um amor com uma Kitsune, um espírito de Raposa, popular no folclore japonês. Quando a Kitsune fica sabendo que um homem rico planeja prender o monge em um sonho sem fim, a raposa constrói um plano para tomar o lugar do monge e salvá-lo. Quando o Monge fica sabendo o que houve, ele viaja ao Sonhar e pede ao Sonho que libere Raposa e fique com ele. Não contarei o resto pra não dar spoiler. Mas vamos ao principal ponto…
Gaiman afirmou que a história é baseada em um antigo conto japonês encontrado no livro Antigos Contos de Fadas Japoneses. Porém, não existe nenhuma história parecida no livro. A história da inspiração foi uma mentira de Gaiman, ele criou o conto original, mas continua creditando e divulgando a obra, que já vendeu bastante por causa do autor.
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O criador da obra original, Neil Gaiman, escreveu o episódio piloto ao lado de David Goyer e Allan Heinberg.
Enquanto isso, a autoria dos dez episódios restantes são apenas de Heinberg, que também assume a função de showrunner.
A HQ de Sandman durou 75 edições (de 1989 a 1996), contando a história de Sonho (também conhecido como Morpheus), um ser antigo e poderoso que é a personificação do sonho e da imaginação. Ele é um dos Perpétuos, um grupo de sete irmãos que inclui Delírio, Desejo, Destruição, Desespero, Destino e Morte.






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