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Em entrevista à Vanity Fair, o diretor de O Bosque Selvagem e CEO do estúdio de stop-motion LAIKA, Travis Knight, detonou o uso de inteligência artificial no cinema. O cineasta classificou a prática como “antiética” e “contra tudo o que é defendido” em sua empresa.
“No centro de tudo o que fazemos está o artista. O stop-motion exibe a sua humanidade abertamente. A IA não tem humanidade”, disse Knight.
Como curiosidade, Knight também foi o diretor de Mestres do Universo, lançado neste ano. No entanto, a carreira do cineasta é mais significativa no meio do stop-motion.
O diretor é filho do empresário Philip H. Knight, um dos fundadores da Nike. A herança bilionária é parte do motivo pelo qual a LAIKA continua sendo capaz de bancar projetos tão ambiciosos, mesmo com o stop-motion sendo considerado um estilo de animação que não gera tanta receita nas bilheterias.
O Bosque Selvagem chegará aos cinemas do Brasil em 22 de outubro.






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