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Diretor de O Corvo, Rupert Sanders decidiu rebater as acusações de que esse filme é concluído com uma espécie de “bait” (isca) para uma sequência.
“Eu gostaria que o público soubesse isso, porque é importante. Vivemos em um mundo onde as pessoas pegam um trecho de algo e é ampliado por milhões de laptops barulhentos, mas ninguém sabe nada sobre substanciar o que realmente estão colocando lá fora. O filme é independente. Eu pessoalmente odeio filmes que te ‘forçam’ a ver a sequência. Um filme deve terminar de uma forma que seja satisfatória para a história, e este faz isso.”
Disse ao The Hollywood Reporter.
De qualquer forma, Sanders não descarta retornar.
“Pode continuar para uma segunda aventura? Sim. Eric (Draven) é um personagem incrível, e no final, ele se tornou algo novo. De certa forma, é a história de origem de um personagem como Batman. A ideia emocionante dele se mover entre mundos e entre a vida e a morte é fascinante. Então, definitivamente, há um milhão de versões do que isso poderia ser, mas agora, meu foco foi contar a história de Eric e Shelly e terminar essa história de uma maneira muito finita.”
A abertura nos Estados Unidos deve ficar entre US$ 6-9 milhões, desempenho muito abaixo do esperado visto que seu custo de produção está acima de US$ 50 milhões.
Ou seja, apenas uma grande reviravolta em mercados internacionais podem salvá-lo de um fiasco.
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O Corvo está em cartaz no Brasil.
As almas gêmeas Eric Draven e Shelly Webster são brutalmente assassinadas quando os demônios de seu passado sombrio os alcançam. Dada a chance de salvar seu verdadeiro amor sacrificando-se, Eric sai em busca de uma vingança impiedosa contra seus assassinos, atravessando os mundos dos vivos e dos mortos para acertar as contas.
A direção ficou sob responsabilidade de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador), enquanto Zach Baylin (King Richard: Criando Campeãs) assinou a versão final do roteiro.
Fonte: THR






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