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Diretor do reboot de O Corvo, Rupert Sanders confirma que vetou a utilização de armas de fogo verdadeiras na produção.
Pode até parecer algo “óbvio”, mas era uma prática comum até pouco tempo em Hollywood. Em muitos casos, as equipes apenas trocavam a munição real.
Ou seja, aumentava consideravelmente as chances de um acidente ou até mesmo tragédia.
“A segurança é a prioridade número um. Sets de filmagens são muito perigosos. Existem carros em alta velocidade com guindastes presos no topo. Há dublês caindo em cabos de alta tensão. Até mesmo andar por um set à noite com máquinas de chuva e luzes tem riscos, porque você está trabalhando em um ambiente industrial. Então, é perigoso.”
Disse ao site da Variety.
“No primeiro dia, me reuni com nosso departamento de efeitos especiais e o armeiro, que foram ótimos. Eles eram muito conscientes da segurança, e seguiram todas as diretrizes. Eu não queria arriscar, e disse categoricamente: ‘Não teremos armas de fogo no set.’ Isso significa que não tínhamos nenhuma arma que pudesse ter uma bala verdadeira ou uma bala de festim perto dela nunca, para que nenhum projétil pudesse entrar. Todas são armas de airsoft, e algumas são apenas iscas de borracha ou metal que são funcionais, mas não têm mecanismo de disparo.”
Vale lembrar que, no longa-metragem original, Brandon Lee acabou morrendo durante a produção, sendo vítima justamente de um disparo acidental.
No Brasil, a estreia acontece nesta quinta-feira, 22 de agosto.
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As almas gêmeas Eric Draven e Shelly Webster são brutalmente assassinadas quando os demônios de seu passado sombrio os alcançam. Dada a chance de salvar seu verdadeiro amor sacrificando-se, Eric sai em busca de uma vingança impiedosa contra seus assassinos, atravessando os mundos dos vivos e dos mortos para acertar as contas.
Sabemos que a direção ficou sob responsabilidade de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador).
Zach Baylin (King Richard: Criando Campeãs) assinou a versão final do roteiro.
Fonte: Variety






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