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Colecionando elogios de muitas pessoas consagradas da indústria, Oppenheimer (2023) recebeu uma observação um pouco diferente de Spike Lee.
Não é que Lee não tenha gostado do filme, mas sim que ele sentiu falta de um pouco da perspectiva japonesa na história e chamou a atenção de Christopher Nolan por isso.
Falando para o Washington Post, o diretor de Infiltrado na Klan (2018) fez questão de reforçar que isso não é uma crítica negativa, mas sim uma observação sobre o filme.
“Nolan é um cineasta gigante. Isso não é uma crítica, mas uma observação. Se Oppenheimer tem três horas de duração, queria alguns minutos a mais para mostrar o que aconteceu com a população japonesa. As pessoas foram evaporadas. Muitos anos depois, ainda há gente sofrendo com as sequelas da radiação. Não é como se ele não pudesse fazer isso. Ele é quem dá as ordens aos estúdios. Teria adorado se o final do filme mostrasse as consequências do lançamento das duas bombas nucleares no Japão.”, disse Lee.
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Oppenheimer conta a história real de J. Robert Oppenheimer, um físico teórico que se tornou o diretor do Laboratório de Los Alamos, chefiando a pesquisa e o desenvolvimento da bomba atômica que encerrou a Segunda Guerra Mundial, sob o que foi secretamente chamado de Projeto Manhattan.
O elenco principal conta com Cillian Murphy (A Origem), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Matt Damon (Bourne), Emily Blunt (No Limite do Amanhã, Florence Pugh (Viúva Negra), Rami Malek (007: Sem Tempo Para Morrer), Benny Safdie (Bom Comportamento), Gary Oldman (Batman Begins), Josh Harnett (Falcão Negro em Perigo) e outros.






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