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A temporada de premiações ganhou seu capítulo mais decisivo na noite deste sábado (7). Paul Thomas Anderson conquistou o prêmio principal do Sindicato dos Diretores da América (DGA) pelo aclamado longa Uma Batalha Após a Outra. A vitória praticamente cimenta o status do cineasta como o grande favorito na corrida pelo Oscar, afastando as especulações recentes que apontavam um possível crescimento de Pecadores (Sinners) na disputa.
Na categoria de Melhor Direção em Longa-Metragem, Anderson superou uma concorrência de peso formada por Guillermo del Toro (Frankenstein), Chloé Zhao (Hamnet), Ryan Coogler (Pecadores) e Josh Safdie (Marty Supreme). O histórico do prêmio é implacável: desde 1948, o DGA previu o vencedor do Oscar de Melhor Diretor em todas as ocasiões, exceto oito. Além disso, quatro dos últimos cinco vencedores do sindicato viram seus filmes conquistarem também a estatueta principal de Melhor Filme.
O triunfo de Uma Batalha Após a Outra soma-se a uma coleção impressionante de vitórias nesta temporada, que já inclui o Critics Choice Award, o Globo de Ouro, o National Board of Review e o reconhecimento dos críticos de Nova York e Los Angeles. Agora, todas as atenções se voltam para o PGA Awards (Sindicato dos Produtores) em 28 de fevereiro. Se o longa de Anderson vencer lá, a competição estará virtualmente encerrada.
Para Paul Thomas Anderson, o momento representa a chance de corrigir uma injustiça histórica. Apesar de uma carreira de mais de 30 anos definindo o cinema moderno com obras como Sangue Negro, Boogie Nights e Trama Fantasma, ele nunca venceu um Oscar de direção. Tudo indica que esse cenário mudará na cerimônia da Academia, marcada para 15 de março.
Uma Batalha Após a Outra já está disponível no catálogo da HBO Max.






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