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Chefe da PlayStation Studios, Hermen Hulst afirmou em entrevista ao Financial Times que a companhia aprendeu lições com Concord (e seu enorme fracasso).
Ao contrário da estratégia anterior, conduzida pelo ex-CEO Jim Ryan, a quantidade de lançamentos em live service agora não é o mais importante.
“Não quero que as equipes joguem sempre pelo seguro, mas gostaria que, quando falharmos, que aconteça cedo e de forma barata,” declarou.
“O número (de lançamentos live service) não é tão importante. O que importa para mim é termos um conjunto diversificado de experiências para os jogadores e uma variedade de comunidades,” acrescentou.
“Desde esse ocorrido (fracasso de Concord), passamos a adotar testes muito mais rigorosos e frequentes, de diversas formas. A vantagem de cada fracasso… é que agora as pessoas entendem o quanto essa (supervisão) é necessária.”
“Adotamos uma abordagem muito intencional para a criação de propriedades intelectuais… entendendo como um novo conceito pode se transformar em uma franquia icônica para a PlayStation, que depois pode se tornar uma franquia para além dos jogos,” concluiu.
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Concord acabou sendo retirado do mercado apenas duas semanas depois do lançamento, se tornando um dos maiores fiascos da indústria.
Supostamente, a etapa de desenvolvimento enfrentou problemas de “positividade tóxica”. Ou seja, alertas e críticas negativas nos testes foram simplesmente ignorados.
Fonte: Financial Times via Genki






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