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Resident Evil (2026) conquistou um feito inédito nos Estados Unidos. O filme de Zach Cregger registrou a maior nota da franquia no CinemaScore.
Foi um B+, nota que está abaixo do excepcional A- de A Hora do Mal (2025), mas que continua alta para os padrões dos filmes de terror. O maior sucesso do gênero no ano, Backrooms (2026), obteve um B-, por exemplo, e arrecadou US$ 402,4 milhões mundialmente.

Antes do reboot de Cregger, as maiores notas pertenciam ao filme de 2002, Resident Evil 2: Apocalipse (2004) e a Resident Evil 6: O Capítulo Final (2016). Todos registraram B.

O CinemaScore funciona como um termômetro da reação imediata do público que assiste a um filme na noite de sua estreia nos Estados Unidos. Pesquisadores entram em contato com os espectadores logo na saída da sala de cinema, em grandes metrópoles norte-americanas, e aplicam um questionário rápido onde as pessoas dão notas que variam de A+ a F, além de responderem sobre o que as levou até lá.
Filmes de terror costumam ter médias mais baixas por causa das reações emocionais desconfortáveis por natureza, como medo, ansiedade e choque, o que faz com que a experiência imediata de saída da sala nem sempre seja traduzida como um sentimento de satisfação tradicional. Além disso, o terror é um gênero extremamente fragmentado, com fãs fervorosos para cada uma de suas partes.
Resident Evil já está em exibição nos cinemas brasileiros. O longa deve registrar a 2ª maior abertura para um filme de terror no ano, perdendo apenas para Backrooms.
Na trama, acompanhamos a história de Bryan, um entregador de material hospitalar que vive uma noite infernal no dia zero da infecção em Raccoon City.






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