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Se ainda restava alguma dúvida, Resident Evil Requiem não será um jogo de mundo aberto. O produtor Masato Kumazawa voltou a reforçar esse ponto em meio à discussão de cenários maiores e até áreas que exigiriam algum tipo de transporte para locomoção.
A confusão aumentou recentemente após a Capcom anunciar uma parceria com a Porsche, que resultou em um Cayenne Turbo GT personalizado associado a Leon S. Kennedy.
O desenvolvedor afirmou que a equipe optou por seguir uma “direção diferente” em relação a títulos anteriores da franquia.
Koshi Nakanishi aprofundou a explicação e reiterou que a jogabilidade de Grace se aproxima do estilo de Resident Evil 2, enquanto Leon remete à experiência vista em Resident Evil 4.
“Quando falamos do lado técnico, da forma como os personagens e os ambientes são retratados e coisas desse tipo, basicamente pegamos tudo o que aprendemos com Resident Evil 7 e Resident Evil 8 e, claro, aplicamos aqui”, explicou ao GameSpot.
“Mais uma vez, a ideia foi essencialmente evoluir a jogabilidade que existia em Resident Evil 2 e Resident Evil 4. Além disso, em termos de expressão e direção artística, muito do know-how de Resident Evil 7 e Resident Evil 8 entrou em jogo,” completou.
O lançamento está agendado para 27 de fevereiro de 2026 no PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PC via Steam.
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Resident Evil: Requiem retornará para Raccoon City, e vamos acompanhar Grace, uma agente do FBI encarregada da investigação no Hotel Remwood, local onde sua mãe foi assassinada.
Fonte: GameSpot






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