Jane Foster ataca novamente!
No pós-Guerra dos Reinos, com o fim de todas as Valquírias de Odin, Hela e do Valhalla, Jane Foster é abençoada com um bracelete que pode se transformar em diversas armas e acaba assumindo o papel de a nova e remanescente Valquíria de Asgard.
O volume engendrado por Jason Aaron e cumprido por Al Ewing traz muita diversão e aventura.

Mesclando personagens da Marvel tradicional como o Mercenário com outros, do lado místico e sobrenatural da editora como Heimdall, Annabelle Higgs e Doutor Estranho, acabamos entendendo um pouco do novo papel dessa nova Valquíria no Universo Marvel.
Preciso também abrir um parêntese para para falar da arte do desenhista espanhol CAFU. Sua arte ocupa quase todas as edições compiladas neste encadernado.
Seu trabalho fica em um limite entre o artesanal e o digital, entre o superficial e o tridimensional e isso confere a ela uma qualidade de uniqueness que nos faz reconhecer seu trabalho no ato.
Acho realmente uma pena terem assassinado a Valquíria durante a Guerra dos Reinos, mas também gostei da seleção de Jane Foster como uma nova Valquíria, mantendo por perto aquela que nos encantou tanto com a Thor.
Uma Thor, aliás, muito melhor do que o Odinson, que fica perdendo braços e olhos e se provando indigno tanto de aventuras quanto de publicações, já que Jane sempre vendeu mais que ele.
Mesmo sabendo que o próximo volume será o último de Jane Foster: Valquíria, espero que ela tenha angariado seu lugar no Universo Marvel e nos corações dos leitores.
- Alinhado com o Universo Marvel
- Diversão e aventura
- Cavalo falante
- Protagonista feminina
- Arte sensacional
- Roteiro apressado demais