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Samantha Morton se emocionou ao descrever a reação do público para a sua atuação em A Odisseia, de Christopher Nolan.
Morton entrega uma performance profundamente humana e cativante como a feiticeira Circe. O seu tempo de tela é pouco, mas o suficiente para ser uma das atuações mais memoráveis do épico.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, a atriz desabafou sobre as dificuldades da trajetória profissional.
“Emocionante. Tive altos e baixos na minha carreira — você trabalha por um tempo e depois fica sem trabalhar por um tempo. Você é criticada pelo seu físico. É um jogo complicado. Só de conhecê-lo [Nolan] já foi o suficiente; todo o resto é muito especial, muito pessoal. Isso valida o fato de que sou boa no que faço e que me importo. Sou muito grata e levo isso muito a sério”, disse.
Em uma declaração separada à People, Morton abordou os relatos de que a equipe do épico teria comparado o seu trabalho ao de Heath Ledger como Coringa em Batman: O Cavaleiro das Trevas. Ela comentou: “Tenho uma pequena ligação com o Heath, pois quase fizemos um filme juntos, mas não chegamos a fazer, e passei algum tempo com ele. A palavra ‘fã’ diminui o que eu sentia por ele como ator, porque eu o respeitava como ator e como presença. E acho que a interpretação dele do Coringa foi tão vulnerável e tão multidimensional que me impressionou profundamente. E acho que isso é uma honra.”
Samantha Morton é uma atriz amplamente subestimada, apesar de já acumular duas indicações ao Oscar. A Odisseia pode ser um divisor de águas em sua carreira, abrindo inclusive caminho para outras colaborações com Nolan, que ficou impressionado com a sua entrega neste projeto.
A Odisseia está agora em cartaz nos cinemas do Brasil.






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