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A aquisição da Activision segue revelando posições polêmicas da Sony quanto a Microsoft, que segue tentando finalizar o processo de compra.

No mais recente relatório público da autoridade da concorrência do Reino Unido (CMA), a empresa do PlayStation diz que, caso o acordo seja finalizado, o Xbox teria uma concorrência mais fraca, o que faria com que o console ficasse mais caro, bem como seus jogos.

Além disso, a Sony alegou que a diminuição da pressão vinda dos concorrentes faria com que os jogos das franquias da Activision sofressem uma redução de qualidade e de inovação.

“Perante menor concorrência, a Microsoft seria capaz de aumentar o preço de consoles e jogos aos consumidores Xbox (incluindo os que vão sair da PlayStation), aumentar o preço do Game Pass e reduzir a qualidade e inovação.” – Alegou a Sony.

A Sony alega ainda que seria muito difícil criar concorrência à altura de Call of Duty, e mesmo que conseguisse fazer isso, dificilmente convenceria jogadores a deixar a franquia por uma nova.

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No momento, a Microsoft luta para conseguir aprovar a compra da Activision Blizzard, que ainda precisa da aprovação de 16 órgãos reguladores em todo o mundo, para ser finalziada.

Até agora, apenas o Brasil e a Arábia Saudita aprovaram o acordo, com vários territórios, incluindo a Comissão Europeia e a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido, tendo anunciado revisões mais aprofundadas do assunto.

Os acionistas da Activision Blizzard votaram para aprovar a aquisição da empresa pela Microsoft ainda em abril deste ano. Mais de 98% das ações votadas em Assembleia Especial foram a favor da transação proposta.

No entanto, a votação não significa que o acordo será concluído, pois ainda está sujeito à investigação dos órgãos governamentais responsáveis.

O discurso dos agentes antitruste do presidente Joe Biden está alimentando os temores dos investidores de que o acordo possa ser bloqueado ou sujeito a atrasos, mesmo que prevaleça.

Além disso, a negociação também precisará da aprovação de outros governos, incluindo a União Europeia e a China. Dessa forma, as coisas ainda devem passar por uma grande burocracia até uma decisão final.

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.