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O analista Daniel Ahmad acredita que a próxima geração do PlayStation será totalmente voltada ao mercado digital, e seu preço final realmente deve ficar acima de US$ 1.000.
Na realidade, esse cenário teria influenciado a decisão da Sony de encerrar a produção de mídia física a partir de 2028. Aparentemente, a empresa está se preparando para uma nova realidade.
“A Sony sabe que o PS6 entrará em um mercado no qual os consoles custarão mais de US$ 1.000, e a maioria dos jogadores vai pensar duas vezes antes de migrar no lançamento.”
Ahmad argumenta que esse aumento não se deve apenas aos custos de fabricação, mas também à mudança de posicionamento do mercado.
“Também é o reconhecimento de que os consoles não serão mais dispositivos de US$ 199 voltados para o grande público. Eles precisarão focar nos jogadores mais dedicados, que estão dispostos a gastar mais do que nunca.”
Os executivos já estão cientes de que uma plataforma mais cara e exclusivamente digital poderá afastar parte dos consumidores.
“Eles sabem que um console de US$ 1.000 não venderá tanto, e sabem que podem perder clientes que compram apenas mídia física ou até consumidores em regiões com conexão limitada à internet, onde os discos ainda funcionam melhor.”
Ou seja, uma plataforma totalmente digital permitiria aumentar significativamente a margem de lucro, já que passaria a receber praticamente toda a receita de cada licença vendida na PS Store.
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Supostamente, a Foxconn já teria reservado a capacidade de fabricação, e o cronograma mestre da empresa aponta para um início início da produção em massa a partir de maio de 2027.
O lançamento aconteceria entre setembro e dezembro.
Fonte: Daniel Ahmad via Eurogamer