Após as polêmicas envolvendo a comunidade criativa da DC Comics a respeito de Lanternas (2026), outro famoso escritor da editora também lançou críticas à abordagem de Supergirl para o universo de James Gunn.
Colaborador de longa data dos quadrinhos do Batman e de grande parte do restante da Batfamília, o escritor Chuck Dixon reagiu ao slogan do filme, “Verdade. Justiça. Tanto Faz”, chamando-o de “estúpido”.
Uma entrevista de Dixon para o Fandom Pulse em dezembro do ano passado está sendo revivida pelos fãs, onde o roteirista não esconde sua enorme insatisfação com a versão de Milly Alcock para a Kryptoniana.
“É estúpido. A ideia deles de nos fazer se conectar com essa personagem é que ele é niilista?”, indagou o escritor, sugerindo que esta Kara Zor-El está longe de representar os valores morais.
Chuck continuou, admitindo ter detestado o primeiro teaser trailer da adaptação que será lançada este ano:
“Mais uma baboseira de ‘mulher empoderada’. Ela tem que ser melhor que o Superman só porque é mulher? Idiotas. […] O teaser – que parece ter sido filmado através de um pote – mostra que ela sempre vence e nunca é desafiada por nada. Então, por que se dar ao trabalho de assistir?”
A lista de trabalhos mais notórios de Chuck Dixon na editora envolvem Robin: Ano Um (2000), a série mensal do Asa Noturna iniciada em 1996, além da criação de Bane e da Saga Knightfall do Homem-Morcego.
O filme da Supergirl, por sua vez, tem lançamento marcado para 25 de junho deste ano nos cinemas, contando com direção de Craig Gillespie (Cruella).
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Supergirl (2026) é inspirado na HQ de Tom King, A Mulher do Amanhã, em que acompanha uma aventura de Kara Zor-El fora da Terra, enquanto busca vingança contra um vilão conhecido como Krem das Colinas Amarelas.
Fonte: The Direct.






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