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Supergirl é oficialmente um desastre completo para a DC Studios. O longa estreou arrecadando apenas US$ 38 milhões nos Estados Unidos e US$ 68 milhões ao redor do mundo.
Para piorar, a produção dirigida por Craig Gillespie (Cruella) e escrita por Ana Nogueira foi amplamente rejeitada pela crítica e pelo público, com medianos 56% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma terrível nota “B-“ no CinemaScore, o que sugere que terá quedas acentuadas de arrecadação ao longo das próximas semanas.
O orçamento foi de US$ 170 milhões.
Supergirl teve um marketing muito fraco que nunca convenceu totalmente o público, mas a grande ironia é que havia uma chance de o longa ter um desempenho muito mais digno: as pré-vendas de ingressos vinham superando as expectativas inicialmente. O filme poderia ter tido resultados muito mais interessantes no caso de uma recepção positiva, o que simplesmente não aconteceu.
Basicamente só as atuações carismáticas de Milly Alcock como Supergirl e Jason Momoa como Lobo foram consensos positivos.
O péssimo resultado contrasta fortemente com o sucesso que Superman de James Gunn teve no ano passado. A primeira produção cinematográfica da DC Studios alcançou 83% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e conquistou uma ótima nota “A-“ no CinemaScore, encerrando a sua janela nos cinemas com quase US$ 620 milhões arrecadados ao redor do mundo, contra um orçamento de US$ 225 milhões.
Não foi nenhum recordista de bilheteria, mas alcançou um resultado inegavelmente sólido, marcando um começo com o pé direito para a DC Studios. Agora, o estúdio tropeça com Supergirl.
O fracasso de Supergirl provavelmente levantará questionamentos sobre o risco que era lançar um filme da super-heroína nesse momento, com o DCU apenas começando. Verdade seja dita, apesar da popularidade da personagem nos quadrinhos, a Supergirl nunca foi uma grande estrela da DC para o grande público.
Dito isso, não deveria ser desculpa para lançar um filme feito de qualquer jeito como esse, ainda mais em um mercado já saturado de tantos outros filmes semelhantes.
Não há vergonha em lançar uma produção competente que conquista fãs mas acaba decepcionando nas bilheterias. Esse foi o destino de muitos grandes filmes ao longo dos anos.
A questão é que Supergirl simplesmente não é esse filme.
A pressão agora aumenta para Cara-de-Barro, terror de US$ 40 milhões de orçamento que estreia em 22 de outubro, e Homem do Amanhã, sequência de Superman que chegará aos cinemas em 8 de julho de 2027.
Antes disso, os fãs também poderão retornar ao DCU na série Lanternas, que estreia na HBO em 16 de agosto.
Supergirl está agora em cartaz nos cinemas do Brasil.






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