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As primeiras críticas de The Witcher: A Origem foram reveladas, decepcionando os fãs que tanto aguardaram pela série derivada.

Para começo de história, o CBR destacou que a série “se desvia do material de origem e é incapaz de justificar a sua existência, apesar dos melhores esforços de seu elenco talentoso.

Enquanto ao falar sobre os protagonistas da série, Eile, Fjall e Scian, Tom Power, do TechRadar, afirmou que “é difícil se importar com eles quando suas histórias de fundo são reduzidas a comentários passageiros, feitos durante conversas entre o trio.”

Muito decepcionado, Bradley Russell, da GamesRadar+, relatou em sua crítica que “The Witcher: A Origem está repleta de potencial e talento desperdiçado em sua curta temporada de quatro episódios.

Andrew Webster, do The Verge, observou que a série talvez se saísse melhor se tivesse mais episódios, pois “com um elenco tão grande, um curto tempo de execução de quatro episódios parece muito pouco.”

Leia mais sobre The Witcher: A Origem

Ambientada no mundo élfico 1200 anos antes do universo de The Witcher: A Origem contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.

Sophia Brown como Éile, Laurence O’Fuarain como Fjall e Michelle Yeoh como Scian são os protagonistas.

Sua estreia está agendada para 25 de dezembro.

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.