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O novo filme da franquia Todo Mundo em Pânico (ou Todo Mundo em Pânico 6) está a caminho de registrar um excelente fim de semana de estreia ao redor do mundo. No entanto, a recepção do público norte-americano está longe de ser positiva nos primeiros dias de exibição.
No CinemaScore, os espectadores deram à produção uma terrível nota “C+”. Essa se consolida como uma das piores médias já registradas por toda a franquia de comédia, embora o resultado não chegue a assustar os produtores por não estar totalmente fora do padrão histórico da saga.
O histórico detalhado das notas da franquia aponta que Todo Mundo em Pânico (2000) abriu com “B-“, seguido por Todo Mundo em Pânico 2 (2001) com “B” e Todo Mundo em Pânico 3 (2003) também com “B”. Posteriormente, Todo Mundo em Pânico 4 (2006) atingiu a nota “C+”, enquanto Todo Mundo em Pânico 5 (2013) amargou um “C-“.

O CinemaScore funciona como uma pesquisa de mercado realizada diretamente nos cinemas dos Estados Unidos durante a noite de estreia de um filme. O público preenche cartões de votação logo após as sessões, gerando notas que variam de “A+” a “F” para medir com precisão o nível de satisfação imediata do consumidor.
A nota atual sugere que a comédia enfrentará quedas expressivas de bilheteria nas próximas semanas. A boa notícia é que, com um orçamento estimado em US$ 30 milhões, o longa-metragem pode se tornar lucrativo, ou chegar muito perto de pagar seus custos, já em seu primeiro fim de semana.
A recepção morna do público também se reflete em agregadores online. Apesar de registrar relativamente positivos 71% de aprovação dos espectadores no Rotten Tomatoes, a nota média do filme é de apenas 5,7 no IMDb. Ambas as plataformas, contudo, trazem métricas bem menos confiáveis que o sistema do CinemaScore.
Por outro lado, a aprovação do longa-metragem por parte da crítica especializada no Rotten Tomatoes encontra-se em apenas 27%. O novo Todo Mundo em Pânico já está em cartaz nos cinemas do Brasil.






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