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Há alguns dias, surgiu a surpreendente informação de que a MGM perdeu os direitos cinematográficos da franquia Tomb Raider, culminando não apenas no cancelamento do segundo filme, como a própria saída de Alicia Vikander.

‎De acordo com novo relatório do The Wrap‎‎, as principais razões foram: diferenças criativas entre Vikander e a diretora Misha Green sobre o último rascunho do roteiro, as preocupações do estúdio sobre o orçamento muito alto, e a Square Enix perdendo a paciência com a demora no desenvolvimento.

‎”Havia um relógio de tique-taque pré-negociado que tinha sido acordado (depois do primeiro filme), e que não foi cumprido. A MGM, então, pediu aos detentores de direitos por mais tempo, mas a paciência tinha acabado.”

Diz a fonte consultada pelo site.‎

Vale lembrar que já existe uma forte disputa em Hollywood para ter controle da propriedade intelectual na tela grande, mas por enquanto, não sabemos quais estúdios estão envolvidos.

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Um rascunho do roteiro havia sido finalizado e entregue ao estúdio, trazendo o título Tomb Raider – Obsidian.

Especulações apontam que a sequência terá elementos de Rise of the Tomb Raider e Shadow of the Tomb Raider mesclados na trama. A ideia do estúdio seria abordar o lado sobrenatural da franquia, tema que os fãs estão familiarizados.

Lara Croft é a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu há muitos anos. Com a esperança de resolver o mistério do desaparecimento de seu pai, Lara embarca em uma perigosa jornada para seu último destino conhecido – um túmulo lendário em uma ilha mítica que pode estar em algum lugar ao largo da costa do Japão. As apostas não podiam ser maiores, pois Lara deve confiar em sua mente aguda, fé cega e espírito teimoso para se aventurar no desconhecido.

A bilheteria mundial de Tomb Raider: A Origem ficou em US$ 274 milhões.



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