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Início de Shadowrun Dragonfall

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Como um mantra triste, sigo repetindo que não pude jogar muito essa semana. Bastante inconveniente, de fato, mas é um custo conseguir tempo para jogar mais de três horas por semana. Em atrito com diversas responsabilidades e gostos, jogos eletrônicos ficam bastante prejudicados no meu cotidiano. Na verdade, toda a ideia de criar essa coluna foi me forçar a jogar. E tem funcionado muito bem, pois se eu não tivesse a obrigação de escrever mais essa semana, talvez nem tivesse parado para seguir adiante em Shadowrun Dragonfall.

Em todo caso, o avanço no jogo foi pouco, mas percebo que estou me aproximando do final do jogo. A segunda parte de Dragonfall seguiu um estilo “semi-aberto”, a missão principal era reunir dinheiro para pagar a informante que diria onde está o “matador de dragões” que havia dado um jeito em Feuerschwinge, Adrian Vauclair.

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Essa parte do jogo foi composta basicamente de missões paralelas semi-obrigatórias, side-quests e conversas com os NPCs. Como é normal nesse tipo de RPG, fui avançando na história dos companheiros do protagonista, ouvindo mais sobre o passado deles. Uma das dicas que me apontaram que estou perto do fim do jogo é que eu já fiz quests “pessoais” de três deles, e elas foram bem interessantes. Não sei porque Dietrich ainda não ganhou uma quest, talvez porque já houve acontecimentos relacionados a ele em uma missão obrigatória que fiz contra um grupo humanos racista que comete atentados contra o resto dos metahumanos.

Uma coisa que está sendo bem interessante é como o jogo trabalha a região onde o personagem vive. Na Berlim de Shadowrun, onde funciona um estado anárquico, cada “quebrada” se auto gerencia, e por isso os shadowrunners do grupo de minha protagonista são algo como “figurões” da região. É possível conversar com alguns NPCs da região, que as poucos vão revelando sua história e mostrando um pouco mais de como funciona o Kreusbasar. É engraçado que, pensando bem, deixaram muito a desejar na interação com o lugar, poderia ter sido mais trabalhado, ter missões para melhorar realmente a região e as pessoas que vivem lá ou coisa parecida. Mas mesmo assim, eu simpatizei bastante com os NPCs que moram lá e senti que meu personagem fazia parte do Kreusbasar.

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Agora eu acho que o jogo vai ficar bem mais direto. Entregando os 50.000 para a informante, provavelmente a próxima missão envolverá encontrar ou resgatar o Adrian Vauclair, e nisso as forças do dragão vão tentar me impedir de alguma forma (estavam me seguindo para poder achar o Vauclair, aposto). Depois, tendo descoberto algumas revelações bombásticas, a única coisa que restará será invadir a base subterrânea da mansão onde o jogo começa, onde possivelmente ocorrerá um plot twist logo antes da luta contra o boss final. É o que estou imaginando para o que acontecerá em seguida na história, mas isso tudo ainda precisarei confirmar.

Alguns dados:
Total de horas de Shadowrun Dragonfall: 14
Total de horas do Zerando Minha Steam: 145
Jogos terminados no Zerando Minha Steam: 5
Jogos que faltam ser zerados: 265

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