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A NVIDIA confirmou que o DLSS 5 é basicamente um “filtro de IA”, algo já apontado pelos internautas desde que o recurso foi apresentado oficialmente. Segundo a empresa, o sistema funciona a partir de dois recursos principais:

Primeiramente, é gerado um único quadro 2D renderizado, a partir da imagem clorida normal produzida pelo jogo e, então, são aplicados vetores de movimento, que mostram como os objetos se movem entre os quadros.

Assim, o recurso não tem acesso a dados mais profundos do jogo, tais como geometria 3D, buffers de profundidade ou propriedades dos materiais apresentados. A IA analisa a imagem estática, como se fosse uma foto, passa a olhar as informações de movimento e só então ela começa a trabalhar nos detalhes da cena, passando por pele, cabelo, tecido, personagens e iluminação.

Com isso, o resultado é alterado, passando a se tornar mais “realista”, mudando profundamente a forma como vemos tudo. Algo que dá pra ver abaixo:

A resposta da empresa pode ser vista no vídeo abaixo, que foi enviada por email para Daniel Owen, um youtuber. Confira:

Leia mais sobre a NVIDIA:

As críticas da comunidade e vários profissionais da indústria surgiram após a exibição de títulos como Resident Evil Requiem durante a apresentação. Usuários apontaram que a tecnologia parecia alterar significativamente os traços faciais dos protagonistas Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy, com alguns descrevendo como “yassified”, termo usado para indicar uma aparência artificialmente embelezada.

O lançamento acontecerá no quarto trimestre.

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.


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