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A Capcom finalmente lançou Pragmata, sua nova aposta de ficção científica que utiliza a versátil RE Engine para criar uma atmosfera de estação espacial abandonada. O título chamou a atenção desde o seu anúncio pelo visual ambicioso e a promessa de levar o hardware da atual geração ao limite. Porém, a nova análise do Digital Foundry deixou claro que o melhor dispositivo para jogar o game é o PlayStation 5 Pro.

Um dos pontos mais críticos levantados pela análise é a qualidade de imagem no PlayStation 5 e no Xbox Series X. Ambos os consoles operam com uma resolução nativa de apenas 1080p, tanto no modo desempenho quanto no modo resolução.

No Xbox Series S, a situação é ainda mais restrita. O console roda o jogo a 720p nativos, também utilizando o FSR 1 para o upscaling. O resultado é uma imagem borrada que carece de detalhes básicos, especialmente em elementos complexos como o sistema de cabelo baseado em fios da RE Engine.

Só que aí, o PlayStation 5 Pro se destaca como a melhor plataforma para aproveitar o título. Embora a resolução nativa seja curiosamente menor que a dos consoles base (864p), o uso do PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution) garante uma imagem final em 4K muito mais limpa e detalhada. O Pro consegue manter todos os recursos de Ray Tracing ativos com um desempenho significativamente superior.

Além disso, o PS5 Pro oferece um modo exclusivo de 120Hz. Nesse perfil, o jogo reduz a saída do PSSR para 1440p, mas permite que a taxa de quadros flutue entre 80fps e 100fps, sendo a escolha ideal para quem possui monitores ou TVs com suporte a VRR. Você pode conferir a análise completa no vídeo abaixo:

Leia mais sobre Pragmata:

O título de ação é situado em uma estação de pesquisa lunar, onde robôs se tornaram extremamente agressivos após um misterioso terremoto. O jogador controla principalmente Hugh, que possui armas e ferramentas capazes de incapacitar inimigos, mas sem conseguir causar dano direto.

É aí que entra Diana, uma androide com aparência humana que auxilia hackeando os inimigos para expor seus pontos fracos. O resultado é uma experiência de jogabilidade híbrida: enquanto Hugh desvia de ataques e atira, você também precisa resolver puzzles em estilo labirinto com Diana em tempo real.

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.