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A Entertainment Software Rating Board (ESRB), organização responsável pela classificação indicativa dos games lançados na América do Norte, apresentou uma nova proposta para validar o reconhecimento facial como ferramenta para controle parental.

Recorrendo ao Federal Trade Commission (FTC), a ESRB solicitou autorização para implementar os recursos de reconhecimento facial como verificação para acesso a conteúdos de acordo com a faixa etária.

A proposta busca utilizar o mecanismo de verificação facial de acordo com a lei de proteção da privacidade das crianças online, nos Estados Unidos.

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Nos EUA, os serviços precisam da autorização de um adulto responsável para obter dados de usuários menores de 13 anos, e um dos elementos da proposta da ESRB visa utilizar o reconhecimento facial para identificar a idade do responsável, que deverá ter 25 anos ou mais permitir que a criança tenha acesso ao conteúdo.

O sistema seria criado com a plataforma de identificação Yoti, em parceria com a SuperAwsome, especialista em ferramentas visando a proteção de menores.

Yoti e SuperAwsome trabalham em utilizar o reconhecimento facial como ferramenta de controle parental, ao menos desde 2019.