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O documentário Melania, que acompanha os bastidores da primeira-dama dos Estados Unidos durante a preparação para a segunda posse de Donald Trump, teve sólido desempenho em sua estreia no mercado norte-americano. Arrecadando expressivos US$ 7,04 milhões em 1.778 salas (um pouco abaixo das últimas projeções, que indicavam US$ 8 milhões, mas mais do que o dobro das estimativas iniciais, de US$ 3 milhões), o longa garantiu a melhor abertura para um documentário do gênero desde 2013.

Essa é uma vitória estratégica para a Amazon MGM, que realizou um investimento massivo de cerca de US$ 75 milhões somando aquisição e marketing. Kevin Wilson, chefe de distribuição do estúdio, celebrou os números, afirmando que o resultado superou as expectativas internas e prepara o terreno para um ciclo de vida duradouro na plataforma de streaming da empresa.

O lançamento evidenciou uma enorme divergência entre a mídia especializada e a opinião do público ao qual o documentário é voltado. Enquanto a crítica manteve uma aprovação baixa no Rotten Tomatoes (6%), o público que compareceu aos cinemas elogiou a produção: o filme conquistou uma rara nota “A” no CinemaScore, confirmando a conexão da obra com sua audiência, especialmente em praças como Texas e Flórida, onde a base eleitoral de Trump é maciça.

Dirigido por Brett Ratner (A Hora do Rush), o filme garantiu o 3º lugar no ranking geral de bilheteria dos EUA, ficando atrás apenas do terror Socorro! e do fenômeno independente Iron Lung.

Melania deve chegar futuramente ao catálogo do Prime Video.

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