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Chefe da PlayStation Studios, Hermen Hulst afirmou em entrevista ao Financial Times que a companhia aprendeu lições com Concord (e seu enorme fracasso).

Ao contrário da estratégia anterior, conduzida pelo ex-CEO Jim Ryan, a quantidade de lançamentos em live service agora não é o mais importante.

Não quero que as equipes joguem sempre pelo seguro, mas gostaria que, quando falharmos, que aconteça cedo e de forma barata,” declarou.

O número (de lançamentos live service) não é tão importante. O que importa para mim é termos um conjunto diversificado de experiências para os jogadores e uma variedade de comunidades,” acrescentou.

Desde esse ocorrido (fracasso de Concord), passamos a adotar testes muito mais rigorosos e frequentes, de diversas formas. A vantagem de cada fracasso… é que agora as pessoas entendem o quanto essa (supervisão) é necessária.”

Adotamos uma abordagem muito intencional para a criação de propriedades intelectuais… entendendo como um novo conceito pode se transformar em uma franquia icônica para a PlayStation, que depois pode se tornar uma franquia para além dos jogos,” concluiu.

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Concord acabou sendo retirado do mercado apenas duas semanas depois do lançamento, se tornando um dos maiores fiascos da indústria.

Supostamente, a etapa de desenvolvimento enfrentou problemas de “positividade tóxica”. Ou seja, alertas e críticas negativas nos testes foram simplesmente ignorados.

Fonte: Financial Times via Genki

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.