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Após a repercussão negativa em torno dos comentários recentes sobre a utilização da inteligência artificial generativa na produção de Divinity, Swen Vincke, cofundador da Larian Studios, voltou a se manifestar nas redes sociais.
O desenvolvedor afirmou que “muita coisa se perdeu na tradução” na ocasião, e destacou que a identidade do estúdio sempre esteve centrada na autonomia criativa de suas equipes.
“O DNA da Larian é a agência. Tudo pelo que trabalhamos é em benefício das nossas equipes, dos nossos jogos e dos nossos jogadores”, escreveu. “Um dia de trabalho melhor e um jogo melhor. Nosso sucesso vem de capacitar as pessoas para trabalharem do seu próprio jeito e extraírem o melhor de suas habilidades e de sua arte, para que possamos criar os melhores RPGs possíveis.”
Em relação especificamente às discussões sobre a ferramenta, Vincke explicou que avaliar novas tecnologias faz parte de uma postura responsável de qualquer estúdio de desenvolvimento.
Na visão dele, ignorar simplesmente não seria uma opção sensata.
“Nesse contexto, seria irresponsável da nossa parte não avaliar novas tecnologias. No entanto, nossos processos estão sempre evoluindo e, quando não são eficientes ou deixam de estar alinhados com quem somos, fazemos mudanças.”
It’s been a week since we announced Divinity, our next RPG, and a lot has become lost in translation.
Larian’s DNA is agency. Everything we work towards is to the benefit of our teams, games, and players. A better work day, and a better game. Our successes come from empowering…
— Swen Vincke @where? (@LarAtLarian) December 18, 2025
Sabemos que é um RPG por turnos, mantendo uma das marcas registradas do estúdio. E existem planos para lançá-lo em acesso antecipado.
No entanto, não deve acontecer em 2026, algo considerado “improvável”.
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“Os deuses estão em silêncio. Rivellon sangra. Novos poderes despertam. Criado pela equipe responsável por Baldur’s Gate III, a Larian Studios liberta toda a sua ambição para entregar um RPG com uma amplitude e profundidade maiores do que nunca,” diz a descrição.
O estúdio destacou que se trata de uma experiência totalmente nova e não exige experiência prévia com outros títulos. Mas, quem jogou Divinity: Original Sin e Divinity: Original Sin II terá uma compreensão mais rica do universo e maior sensação de continuidade.
Fonte: X





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