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O anúncio do novo título de Divinity pela Larian Studios pegou muitos jogadores de surpresa, e levantou uma série de dúvidas.
CEO do estúdio, Swen Vincke esclareceu algumas delas em entrevista ao jornalista Jason Schreier, da Bloomberg.
O executivo afirmou que continuará sendo um RPG por turnos, mantendo uma das marcas registradas do estúdio. E existem planos para lançá-lo em acesso antecipado.
No entanto, não deve acontecer em 2026, algo considerado “improvável”.
“O jogo mostrará uma Larian Studios sem amarras. É um RPG por turnos que traz tudo o que vocês já viram da gente no passado, mas elevado a um novo patamar”, explicou.
Vincke acredita que tem potencial para ir além de Baldur’s Gate 3: “Foi um bom jogo e tenho orgulho dele, mas acho que este vai ser muito melhor”.
Divinity está sendo construído em uma engine inédita, e apesar dos desafios iniciais, o objetivo é tornar o processo de desenvolvimento mais eficiente.
“Acho que três ou quatro anos é muito mais saudável do que seis anos.”
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“Os deuses estão em silêncio. Rivellon sangra. Novos poderes despertam. Criado pela equipe responsável por Baldur’s Gate III, a Larian Studios liberta toda a sua ambição para entregar um RPG com uma amplitude e profundidade maiores do que nunca,” diz a descrição.
O estúdio destacou que se trata de uma experiência totalmente nova e não exige experiência prévia com outros títulos. Mas, quem jogou Divinity: Original Sin e Divinity: Original Sin II terá uma compreensão mais rica do universo e maior sensação de continuidade.
Fonte: Bloomberg





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